quarta-feira, 31 de março de 2010

Felicidade


Não, não vou entrar em grandes dissertações sobre este tema sobre o qual toda a gente tem uma opinião mas nunca ninguém diz nada de novo. Mas vou falar do meu tipo “preferido” de felicidade. E vocês perguntam, então mas há vários tipos de felicidade querida Mufa? E eu respondo, opa para mim há. E esta é a felicidade do Me, Myself and I. Adoro-a (ponto). Considero-me por natureza uma pessoa feliz. Tirando os dias de nhe nhe nhe e mimimi, ando bem, mesmo que não tenha motivos para isso. E é por esta razão, por não ter razão, que gosto desta felicidade. Adoro sentir-me bem só porque sim. Porque não? E é uma felicidade que não consigo explicar. Existe a felicidade de quem está apaixonado, de quem ganhou o euromilhões, de quem passou a uma cadeira, de quem recebeu uma surpresa, etc, mas esta, meus caros, é para mim, a mais genuína. Há dias assim, em que estamos sozinhos e não nos importamos. E sabe tão bem sermos felizes com nós próprios, vermos em nós a melhor companhia do mundo. É simplesmente óptimo! Adoro sentir que não preciso de mais ninguém para estar feliz, adoro ir às compras sozinha e sentir-me relaxada, perder-me na Bertrand ou na fnac a ler as contracapas dos livros e esquecer-me do que se passa à volta. Adoro saber que posso contar comigo. Perdoem-me os amigos que tantas vezes me aturam, a mim, à minha neura, à minha depressão e ao meu mau feitio, bem sei que sem vocês muitas das vezes não saía de lá de baixo, mas é sozinha que chego realmente lá acima.

Isto tudo para dizer que hoje me sinto assim, feliz.




segunda-feira, 29 de março de 2010

Women




Li na crónica O sexo e a Cidália da revista de sábado do DN, o seguinte:

Os homens são mais egoístas do que as mulheres, não são? (…) as mulheres são quase sempre cuidadoras, mesmo que a carreira lhes tenha subido à cabeça, mesmo que não lhes interesse ter família ou filhos. Elas cuidam, e há quem queira ser cuidado, mesmo que não faça nada por merecer isso… (…) Sim, bastava haver mais homens para as mulheres sossegarem. Mesmo que depois ela não os quisessem, e provavelmente era isso que aconteceria… (…) Elas vivem aterrorizadas a pensar se os poucos que ainda “sobram” vão reparar nelas. E portanto disponibilizam-se para sofrer. Oferecem o seu corpo e a sua devoção aos trogloditas do planeta. Pensam que pelo menos assim têm qualquer coisa, mesmo que seja tudo uma consumição. Aceitam comprar-lhes as meias e as cuecas, os impressos do IRS, o lanche para o trabalho, os preservativos para a noite (duvidando se só os usarão com elas…).”

Ora bem, posto isto, eu concordo e assino por baixo. É um facto, as mulheres vivem para cuidar. Para cuidar dos namorados, dos amigos e das amigas, da mãe, do pai, da irmã ou do irmão, dos primos, do cão e até do periquito, muitas vezes deixando-se para último e sem esperar nada em troca. E é assim até ao dia em que se cansam de dar tudo e receber nada, até ao dia em que percebem que não vale a pena, que estão a desperdiçar corpo e alma, até ao dia em que concluem que são os outros que precisam delas e não o contrário. Generalizando é claro. E infelizmente vamos todas sendo mais ou menos assim, seja com quem for, em que altura for. E não nos importamos. Nós gostamos de cuidar, de dar, de amar, de proteger, de estar lá para o que der e vier, mesmo que os outros se esqueçam de retribuir. E talvez esta ideia nos inferiorize, nos atire ali para o canto dando a ideia de coitadinhas que precisam dos outros para a sua vida ter sentido, mas não é verdade. Contudo, arrisco-me a dizer que quase temos prazer em andar ali na corda bamba, a alternar entre o fundo do poço e a felicidade difícil de conter. Mas ainda há esperança e, mais dia, menos dia, todas acabamos por perceber que a vida não é só isto. Como diz a Samantha n’ O sexo e a Cidade “I love you, but I love me more”.


Rotina Nocturna

Receber mensagem. Mandar mensagem. Vestir. Atrasar-me. Correr para o carro. Ir até ao café. Pedir. Sentar. Conversar. Novidades. Conversar. Rir. Conversar. Brincadeira. Jogar. Conversar. Conversar. Rir. Conversar. "Porrada". Amuar. Conversar. Gargalhadas. Passear. Ouvir a nossa música. Loucuras. Regresso a casa. Dormir!

Já não dispensava estes fins-de-semana.
Prometo que para a próximo faço algo melhor, mas os dias de chuva não me inspiram, vá lá S. Pedro fecha a torneira...




A NOSSA MÚSICA DE FIM-DE-SEMANAAAA

domingo, 28 de março de 2010

Liberdade pra dentro da cabeça

Eu tinha planeado para hoje um post assim a atirar para o inteligente (cof cof) e sério, mas devido ao meu estado de espírito e ao belo do sol que está (by the way, obrigada S. Pedro, eu sabia que podia contar contigo) isso não vai ser possivel. Maneiras que é isto, vou ali fazer a fotossíntese. O sol deixa-me assim bem disposta, estão a ver? Recomendo vivamente. Entretanto, curtam aí um sonoro, é contagiante:






Liberdade pra dentro da cabeça lalala

sexta-feira, 26 de março de 2010

Mood: So fucking good

Prazer Instantâneo - Chocolate

Ora aqui está um grande problema da maior parte da população que habita este planeta: o CHOCOLATE!
O meu sentimento de inveja é crescente quando oiço aquelas pessoas dizerem que não gostam deste sabor inigualável. Como será possível? Gostava de saber resistir a esta tentação, mas no fim-de-semana é inevitável, esta é a época de desforra depois de uma semana toda de "jejum".
Devo admitir que o chocolate já se tornou um grande amigo meu, então em alturas de grande stress ele está sempre pronto a ajudar-me. Há de todas as formas, cores e sabores, pois é, assim não se supota o pecado! Mas como se costuma dizer "não há bela sem senão", e a gordurinha de lado cresce e teima em não nos deixar em paz. Ninguém disse que emagrecer ou manter aquele corpo belo e esbelto era fácil.
Encontrei este pequeno excerto e achei esta comparação inevitável de ser partilhada, sobretudo, com as futuras leitoras do sexo feminino:

"(...) os Homens são como o chocolate (...)
Sedutoras tentaçõs, disponíveis em infinitas variações.
Alguns especializam-se em parecer dulcíssimos à primeira trincadela,
só para depois revelarem o travo amargo da vertente mais escura.
E eu que adorava especialidades."

*Tina Grube, no livro "Os Homens são como Chocolate".





P.S- Se quer emagrecer consulte o seu farmacêutico ou dietista, preferencialmente opte pela segunda opção, ouvi dizer que são muito eficientes.

P.S.S- Dedico este post à Mufa, porque ela também sabe o verdadeiro prazer do chocolate.

S. Pedro


É de mim ou o S. Pedro anda um pouco confuso? Num dia faz sol e estão 30 graus à sombra, no outro chove torrencialmente e cai granizo. E depois os dois em simultâneo, faz sol, chove, faz sol, chove, um calorzinho aqui e uma ventaniazinha ali, chove mais um bocadinho (muito) e vem um sol luminoso e para acabar em beleza o belo do arco-íris. Ora isto assim não dá. Primeiro porque de manhã é o "ai Jesus" habitual, "será que está frio, será que está calor? Que vou eu vestir?" e depois porque, ou usamos guarda-chuva ou usamos óculos de sol, os dois juntos também não resultam muito bem. Já para não falar na minha alergia, literalmente, às mudanças de temperatura que resultaram na bela da tosse seca e fofinha. Vamos lá chegar a uma conclusão S. Pedro. Ou queres chuva ou queres sol, tens de optar por um. Pensa lá um bocadinho e depois informa-nos da tua resposta.

P.S. Não te quero pressionar e quero que tomes esta decisão sozinho, mas acho que o sol era a melhor opção, a sério. Andávamos todos muito mais felizes e eu preciso de calor na minha vida.


Adenda: Queridas companheiras de casa e de blog, é favor escreverem qualquer coisinha neste nosso espaço, oui? Vá, vocês conseguem! Um beijinho para vocês, já tenho saudades.